Ambas as leituras foram indicação e empréstimo das edições físicas da Renara Pavez, a quem agradeço por me apresentar a autora Cinthia Freire.
O que eu esperava
Comecei Meu Erro sabendo que encontraria uma história de segredos, escolhas e segundas chances. Carol tenta fugir da própria escuridão, enquanto Gabriel escolhe se perder ainda mais. A proposta era descobrir até onde somos capazes de ir para salvar quem amamos e acreditar que alguém pode merecer uma segunda chance.
Em Minha Rendição, a expectativa era continuar nesse universo de fantasmas, culpa e recomeços. Poliana tenta voltar a viver depois de uma grande dor, enquanto Vinicius, um cardiologista, busca no trabalho voluntário uma forma de se redimir.
O que encontrei
Drama literário não é meu estilo favorito. Minha empatia faz com que eu sofra demais com os personagens e, por isso, no início de Meu Erro, estranhei um pouco a história. Mas logo encontrei algo que me fez continuar: uma história bem escrita e consistente. Daquelas que não dá vontade de abandonar.
E não, não é exagero dizer isso só porque li os dois livros sem intervalo. Foi justamente essa sequência que mostrou o quanto a história havia me prendido. Encontrei personagens marcados por culpa, dor, escolhas e pela possibilidade de recomeçar e encontrei uma autora que conseguiu me fazer entrar em um gênero que normalmente evito.
Agora aguardo o dia 21 de novembro pela história de Allan. Depois desses dois livros, tenho certeza de que ele ainda tem muito a contar.



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