Mostrando postagens com marcador Literatura Estrangeira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Literatura Estrangeira. Mostrar todas as postagens

27/12/2025

Resenha :: Casada com o Highlander (Pour l'amour d'un Highlander)

dezembro 27, 2025 0

Irmãos MacLennan #1

☕ Leitura de 4 min • Romance • Resenha

Eu amo conversar sobre leituras que foram exatamente a história certa por momento que eu li. Por isso, amo romances de época, que pra mim são perfeitos pra evitar ressacas literárias e bloqueios de leitura. E assim, convenhamos. A premissa de um casamento arranjado é um clássico do gênero. Por tanto, vamos a história.

Ok, o casamento é arranjado, mas eu gosto de como a autora aborda a questão de uma forma bem diferente do habitual. Tudo está muito as claras, o motivo, a aceitação e claro o casamento como negócio, mas vai só até o lado B, porque a mocinha vai para as terras altas com um mistério que explica sua ida, e sua quase nunca aceitação do fato, e esse pequeno mistério vai se desdobrando de uma forma muito consistente na trama.

“Uma profunda nostalgia abraçou seu coração, em uma mistura de tristeza e alegria. Era estranho como às vezes as emoções podiam se contradizer e se sobrepor, indiferentes umas às outras.”

Outro ponto é que a autora aborda o ponto do choque de cultura em amplos aspectos, pois temos um Escocês e uma Francesa que unem suas vidas e a educação, regras sociais e costumes nacionais não poderiam ser mais diferentes. Então, temos a adaptação de Adrastée e uma indisposição em dar tempo a ela para isso por todo o clan. Contudo o mesmo não ocorre pra quem está lendo, pois, sendo esse o primeiro da série, temos além da apresentação dos personagens que vão compor a série, também temos do local, cultura e tradições.

A história é narrada em terceira pessoa, apesar de se ater aos pensamentos ou ponto de vista do personagem que vive o momento, não tempos intromissões ou spoileres da trama pela voz narrativa. Essa alternância de ponto de vista entre os protagonistas enriquece a dinâmica "enemies-to-lovers", permitindo a quem lê compreenda as motivações e vulnerabilidades de ambos enquanto eles se enfrentam.

“Não podíamos duvidar, Darren MacLennan gostava de mulheres de caráter, que tinham uma propensão para jogar objetos de todos os tipos.”

O romance é construído de vagar e os diálogos são o ponto alto do livro, críveis, curtos e incisivos, conseguem passar os sentimentos e tons das conversas e sem dúvida a química do casal principal. Darren é rude e até um pouco tapado tem horas, porém honrado, e Adrastée é forte e determinada o que garante que o casal caia na mesmice.

Os personagens são carismáticos tanto que pra mim Roddy ganha em tudo do irmão, e a família de Nemours, uma querida! Os personagens que compõem o clã vão ganhando seus espaços, porém leva um pouco mais de tempo para saber em quem confiar dentre eles. O desenvolvimento deles é satisfatório, cumprindo o arco de superação e crescimento esperado no gênero.

— Querida, os Highlanders são conhecidos por seu talento guerreiro, vida comunitária e senso de honra. Mas mesmo que sejam os homens que guerreiam, em casa são as mulheres que lideram. Convença uma mulher, e o marido será convencido junto.

Com os diálogos sendo um dos pontos altos do livro, criveis, curtos e incisivos, refletindo a tensão e a química do casal principal. Os personagens realmente diriam aquilo daquela maneira, especialmente nas farpas iniciais. Curtos e afiados, especialmente nas interações de "toma lá, dá cá" do casal principal, refletindo a tensão e a personalidade de cada um.

A edição que li foi em ebook que pode ser adquirida ou ter a leitura realizada pelos assinantes do kindle Unlimited sem custos, instantemente e em qualquer aparelho que tenha o aplicativo do Kindle instalado. Sendo ainda uma forma muito importante de acessibilidade de leitura para leitores com diferentes necessidades visuais, por permitir que toda configuração e diagramação seja personalizada pelo usuário/leitor.

Capa do Livro

Detalhes da Obra

  • Autora: Eulalie Lombard
  • Série: Irmãos MacLennan #1
  • Tradução: Bruna Souza Marques
  • Editora: Galuba Editoral
  • Páginas: 360 fls.
  • Tropos: Casamento arranjado, Escócia,
+ Ler Sinopse da Editora
“A beleza de Adrastée será sua maldição. Centenas de homens vão querê-la por isso. Nunca lhes dê a mão. Apenas o primeiro homem que a querer por sua fortuna, sem nunca a ter visto, será capaz de amar a beleza de seu coração.”

1560.

Adrastée de Nemours, uma nobre herdeira francesa, é forçada a deixar a corte para se casar com um Highlander, sob as ordens da Rainha Mary Stuart da Escócia, então soberana da França. Darren MacLennan, Laird da ilha de North Uist, é forçado a aceitar essa união para encher os cofres com ouro e, assim, enfrentar os clãs adversários. Prisioneiros desse casamento que nunca desejaram, serão eles capazes de superar seus preconceitos enquanto seus inimigos aguardam nas sombras? Por mais diferentes que sejam, algumas pessoas estão destinadas a se amar. (Tradutora)
Notas da Elis
☕☕☕☕

"Prepare o seu café e deixe-se levar pelas brumas da Escócia"

* Este conteúdo pode conter links de afiliados ou ser fruto de parceria.
Minhas resenhas refletem sempre minha opinião sincera e pessoal.
Leia mais...

29/11/2025

Resenha :: Pusheen Coloring Cuteness

novembro 29, 2025 0

☕ Leitura de 4 min • Atividade • Experiência Pessoal

"Não é terapia, mas é terapêutico: um convite para sair das telas e encher as páginas de vida e cor."

Oi pessoas! Hoje vou falar sobre um livro que não é para ler, mas para viver. Sei que o sucesso sempre atrai o "hate", e com os livros de colorir não foi diferente. Mas afinal, que audácia um livro desses ser o mais vendido?

A verdade é que eles cumprem uma missão necessária: o sair das telas. Estimular a mente, a coordenação motora fina e a criatividade é algo que nenhuma tela substitui. Como adultos responsáveis, escolher uma atividade que traga alegria ao compartilhar com uma criança é fundamental — e quem melhor que a Pusheen para isso?

O diferencial aqui é a interatividade com passatempos e ilustrações de traços limpos. A edição da Editora Valentina brilha com ótima diagramação e páginas confortáveis para lápis de cor e giz de cera. Só uma dica: evite marcadores muito fortes, pois a impressão é em ambos os lados e pode manchar. É a pedida perfeita para as férias ou dias de chuva!

Capa do Livro

Detalhes da Obra

  • Autora: Claire Belton
  • Tradução: Bruna Souza Marques
  • Editora: Valentina
  • Páginas: 96 fls.
  • Gênero: Livro de Colorir / Atividades
+ Ler Sinopse
O novo livro de colorir da gatinha mais comilona, charmosa e encantadora do universo.

Perfeito para os milhões fãs da Pusheen e sua turma. Além de desenhar e colorir, este delicioso livro traz ainda outras gostosuras: passatempos como caça-palavras, jogo dos 5 erros e ligue os pontinhos. Junte-se ao fã clube.

Agora é a sua vez de dar vida à gatinha que encantou a internet no mundo inteiro. Com ilustrações inéditas!
Notas da Elis
☕☕☕☕☕

"Um bálsamo para a rotina digital. Fofo, prático e genuinamente divertido para todas as idades."

* Este conteúdo pode conter links de afiliados ou ser fruto de parceria.
Minhas resenhas refletem sempre minha opinião sincera e pessoal.
Leia mais...

25/10/2025

Resenha :: As Lembranças que encontramos pelo caminho (The Cats We Meet Along the Way)

outubro 25, 2025 0

☕ Leitura de 4 min • Juvenil (YA) • Experiência Pessoal

Oi pessoal, não existe nenhuma chance de eu não dizer que fui atraída por esse livro pelo gato na capa, e em especial por suas imperfeições e traços que de o tornavam único, e claro por ser um gato laranja...uma cor que sempre promete a personalidade mais caótica gatito.
 
Outro fator que é um livro que tem uma sinopse que traz uma vibe muito de fim de ano, afinal estamos próximos de celebrar o fim de um ano que nunca mais viveremos e as promessas de um novo ano que começa. Por isso te convido a vir comigo, por essas linhas conhecer o que achei da história.
 
Vamos sendo guiados pela visão de Aisha, e por seus pensamentos e lembranças. O que faz com que a sintonia com a personagem traga muito do que será sua experiência de leitura. Para mim, trouxe muitos momentos de lembrar como era a cabeça, hormônios e sentimentos de uma adolescente prestes a “crescer” e entrar de vez na vida adulta, contudo, por ela ser uma personagem melancólica (não adicione nenhum sentido pejorativo aqui, ok), ler foi construindo camada por camada um sentimento de empatia e claro, entendimento.
 
Eu achei a trama incrivelmente original e a forma como foi sendo ainda mais criativa, adicionando elementos que vão dando corpo e significado a história de forma ora sutil e em outros momentos bem delineados. Outro ponto muito marcante são os fatos e momentos que servem tanto para narrar a história como analogias com a construção dos sentidos de quem lê, que acaba por interagir com a trama. Alguns momentos, você consegue de alguma forma, se pegar pensando em suas próprias lembranças ou entender perfeitamente os sentimentos que estão sendo vividos naquele ponto da história, pela simples conexão do cotidiano e da humanidade que nos une em grandes momentos de identificação.

No final, poucas coisas importavam: somente aquelas que eram de fato essenciais. Coisas como suco de manga carlotinha e o amor dos filhos.

A narrativa vai sendo construída em tempo presente e passado, porém os retornos ao passado não deixam nenhum sentimento de cansaço pelo contrário, eles estabelecem conexões que vão explicando situações e sentimentos de uma forma muito fluida. Tanto que eu vivia o eterno clichê de vou ler só um pouquinho e quando via tinha esquecido de alguma coisa que eu tinha que fazer porque queria apenas continuar lendo. “Quem nunca? Eu sempre.. risos.”
 
Mesmo que a carga emocional de Aisha e sua mãe seja intensa e não muito positiva, por suas dores e vivências é impossível não simpatizar com elas e ir se apegando, porém, a família de Walter é muito amorzinho, seus pais são do tipo que você amaria terem pra vizinhos e definitivamente adoraria fazer parte da vida deles. Outra coisa que adorei sobre a construção dos personagens são dos destaques para características físicas que nos tornam únicos e as de personalidade deixando os personagens brutalmente reais durante a leitura, porque eles perdem aquele filtro de irrealidade e perfeição e ganham vida de uma maneira muito bonita e delicada durante a leitura.
 
O texto conta com palavras e referências a cultura da Malásia e notas explicativas que te fazem adorar ir conhecendo a cultura e algumas curiosidades locais. Os diálogos são numa linguagem coloquial e perfeitas ao ambiente em que a história está acontecendo. Com diálogos tanto falados, quando os que ocorrem no pensamento de Aisha perfeitamente em harmonia com a trama, e na medida certa para darem fluidez e dinamismo a leitura.

Mas, agora, o tempo era algo precioso. Ela acordava cedinho, encarava o dia e o que quer que ele trouxesse.

Para você que leu até aqui, vou compartilhar que pra mim foi incrível ler e talvez, entender como alguém continua depois da morte de alguém que era o amor e centro de toda sua vida – não se preocupe, não vou dar spoiler – e sinceramente é muito intenso ver como continuar também é uma forma de não deixar essa pessoa morrer de fato, porque a frase que os que são lembrados nunca deixam de existir, ganha contornos muito forte nessa narrativa.
 
Questões como sempre que vivemos estamos dando continuamente adeus e que não é apenas um “apocalipse” que traz fim, mas diariamente tempos finais de histórias e vidas, sonhos e até mesmo de anos. Porém, muitas das vezes, também temos novos começos e não apenas com o ano novo, mas com novos trabalhos, nascimentos e tantas outras coisas que dão novas cores a vida.
 
É comovente ver a menina apaixonada com seus desejos e anseios femininos, também a desconstrução da sua vida e a da mãe não como algo único e sim com a percepção de serem duas pessoas distintas e que a mãe é também uma pessoa com sua própria história e sentimentos que vão além da maternidade. O mais incrível é forma extremamente bonita e respeitosa que isso se dá na história sem perder a leveza, veracidade e beleza em cada um desses momentos.

Aisha tinha tantas lembranças de lá, boas, ruins e tudo mais. E essas lembranças pertenciam a ela.

Amei não apenas o caminho mas o desfecho que a autora deu a história, sua delicadeza em tratar tantos temas sensíveis e até dolorosos sem trazer dor, mas com toda a seriedade e importância que cada tema precisava. As pequenas reviravoltas e as questões não sobre a morte, mas sobre a vida que iremos viver até que ela chegue e quem escolhemos estar conosco nesse trajeto. 
 
Eu adoro as edições da Valen, porque tem tudo para tornar a leitura ainda mais maravilhosa, ótima encadernação, impressão limpa e sem borrões, papel amarelo e diagramação pensada na experiencia de leitura. A tradução garantiu uma leitura muito tranquila e as notas além de informação demonstram cuidado com o texto e com quem está lendo. Não observei nenhum erro de ortografia ou digitação durante a leitura.
Capa do Livro: Título do Livro

Detalhes da Obra

  • Autora: Nadia Mikail
  • Tradução: Ananda Alves
  • Editora: Valentina
  • Páginas: 192 fls.
  • Gênero: Juvenil (YA)
  • Tropos: Família Encontrada, Viagem, Amadurecimento e Fim do Mundo.
+ Ler Sinopse da Editora
Aisha não vê June, a irmã mais velha, faz bastante tempo. Há uns três anos ela saiu abruptamente de casa, abandonou a família e nunca mais deu sinal de vida. Levou consigo seu cabelo cor-de-rosa e sua personalidade forte e obstinada, ou melhor, sua irritante teimosia. Foi devorar o mundo. Mas... agora o tempo está voando, afinal um imenso asteroide se encontra a caminho da Terra, e falta menos de um ano para que a vida humana seja exterminada. Então, as prioridades são outras, muita coisa mudou. Aisha, sua mãe e o namorado Walter – ah, sim, e um gato vira-lata chamado Pulguento que Walter achou na rua – se juntam com os pais dele num motorhome customizado, os seis formando uma nova família, numa viagem pela Malásia em busca de June... e de si mesmos. Faltam oito meses para o fim do mundo, e o que todos desejam, na verdade, é curar o passado, fazer as pazes com o presente e talvez até torcer para que haja um futuro. E, quem sabe, além de June, todos encontrem o que mais procuram: ESPERANÇA.
Notas da Elis
☕☕☕☕☕

"Uma narrativa original e sensível que, sob a sombra do fim do mundo, nos ensina que continuar vivendo e lembrando é a forma mais bonita de manter o amor aceso."

* Este conteúdo contém links de afiliados ou foi fruto de parceria com a editora.
Minhas resenhas refletem sempre minha opinião sincera e pessoal.
Leia mais...

27/09/2025

Resenha :: O ponto (Dot)

setembro 27, 2025 0

☕ Leitura de 3 min • Meditação • Resenha

Olá pessoal, tudo bem? admito que sou alguém ansiosa. Não no sentido de "querer para hoje o que só será amanhã", mas no sentido medicinal da coisa. Enfim, quem tem ansiedade sabe como é, quem não tem espero que não venha a saber. Mas, eu sempre tento através dos livros me cuidar um pouco mais.
Um convite tátil e visual ao repouso, onde o silêncio das páginas fala diretamente ao coração inquieto, transformando o ato de ler em um exercício de respiração.
Ao ler a sinopse de 'Ponto' fiquei absurdamente animada. Afinal, a proposta do livro: "este lindo livro ilustrado propõe um jeito prático e original de encontrar calma e conforto em momentos de ansiedade e estresse." é extremamente convidativa. Porém, tudo que eu disser a respeito do que está nas páginas de ponto pode ser considerado spoiler. Sério, cada ponto!! (trocadilho infame, talvez.. risos) Então, aviso que vou compartilhar a minha experiência de leitura com você a leitura será por sua conta e risco.

A primeira coisa é a edição, em tamanho de bolso, em capa dura vem além da capa laranja com uma jacket de livro (sobrecapa) que recolore a edição com azul e amarelo. As páginas são brancas, e super faz sentido ser com as ilustrações. Posso dizer ainda que é uma leitura rápida e dependendo do seu humor mais meditativa ou mais divertida. Tem muito a ver com sua maneira de olhar.

O que esperar de Ponto? É sem dúvida surpreendente. Eu não esperava o que encontrei e a medida que fui passando as páginas me vi extremamente curiosa sobre onde iria chegar. Então, se você for extremamente ansioso pelo final, ao terminar de ler, releia. Com certeza você vai aproveitar muito mais a segunda leitura.

Sobre o Ponto: Eu curti o fato de que, as coisas que comecei a imaginar, e quase devanear sobre as imagens fizeram absurdamente sentido dentro do livro. O fato de não ter numeração de página ajuda a ser algo que não importa se no começo, meio ou fim. Importa onde você está.

No mundo agitado que vivemos, lembretes que precisamos parar, fazer uma pausa, respirar fundo e acalmar o espírito é sempre bem-vinda. Com frases curtas e suas ilustrações ponto te fará parar por algum tempo e talvez como eu além de respirar dar boas risadas.

Respire, Ria e Leia.

Capa do Livro

Detalhes da Obra

  • Autor: Kieran E. Scott
  • Título Original: Dot
  • Tradução: Livia Cabrini
  • Editora: Sextante
  • Páginas: 160 fls.
+ Ler Sinopse da Editora
Você está se sentindo um pouco (ou muito) ansioso?

O Ponto está aqui para ajudar.

Este lindo livro ilustrado propõe um jeito prático e original de encontrar calma e conforto em momentos de ansiedade e estresse. Para qualquer pessoa, grande ou pequena, que queira fazer uma pausa e simplesmente respirar fundo.
Notas da Elis
☕☕☕

"Prepare um chá de camomila, escolha sua poltrona favorita e permita-se mergulhar nesta obra sem o compromisso de chegar a lugar nenhum."

* Este conteúdo pode conter links de afiliados ou ser fruto de parceria.
Minhas resenhas refletem sempre minha opinião sincera e pessoal.
Leia mais...

04/06/2017

Resenha :: O Que Me Faz Pular (The Reason I Jump)

junho 04, 2017 0

 

TODOS PRECISAM LER ESSE LIVRO. Eu irei, rele-lo várias vezes.

Pedi a amigos alguns livros, emprestados, doados, a base de troca de alguns temas específicos e meu querido amigo Thiago do Blog @Mar de Vicios me emprestou esse livro. Eu há muito tempo, havia lido a resenha feita pela @codigoliterario no @clubedofarol (adoro livros que envolvam tantas pessoas) e fiquei ainda mais animada para ler.

Deus de amor, que livro incrível!! 
 
Cada capitulo te faz pensar sobre si mesmo. Relembrei várias coisas que vivi, gerei teorias que segundo minhas amigas Milly e Danii são loucas o suficiente para fazerem sentido, chorei de alegria e suspirei de emoção quando me vi diversas vezes pensando como é possível um adolescente de 13 anos ter tanto a dizer, preso dentro de si.

Uma canção do Iron Maiden tem uma frase que sempre me levou a refletir. "Inside the scream is silent"** hoje percebei que a recíproca também se faz verdadeira, dentro do silêncio pode estar o grito.



Informações Técnicas do livro


O Que Me Faz Pular
 
Título Original:  Jiheishō no Boku ga Tobihaneru Riyū 
(自閉症の僕が跳びはねる理由)
Naoki Higashida 
Ano: 2014
Páginas: 192 
Tradução: Rogério Durst 
Editora: Intrínseca
 
Sinopse
Naoki Higashida sofre de autismo severo (Grau 3 de suporte, não verbal). Com grande dificuldade de se comunicar verbalmente, o jovem aprendeu a se expressar apontando as letras em uma cartela de papelão, e, aos treze anos, realizou um feito extraordinário: escreveu um livro. Delicado, poético e profundamente íntimo, O que me faz pular traz uma nova luz para entendermos a mente autista. O jovem explica o comportamento muitas vezes desconcertante das pessoas com autismo e compartilha conosco suas percepções de tempo, vida, beleza e natureza, apresentadas em um relato e um conto inesquecível.
 
Detalhe bibliográfico: a edição brasileira da Intrínseca não foi traduzida diretamente do japonês. Ela foi traduzida da edição britânica, intitulada The Reason I Jump, cuja adaptação para o inglês foi realizada por K. A. Yoshida e pelo escritor David Mitchell. A tradução brasileira é de Rogério Durst.detalhe bibliográfico interessante para o seu projeto: a edição brasileira da Intrínseca não foi traduzida diretamente do japonês. Ela foi traduzida da edição britânica, intitulada The Reason I Jump, cuja adaptação para o inglês foi realizada por K. A. Yoshida e pelo escritor David Mitchell. A tradução brasileira é de Rogério Durst. Isso está explicitado na ficha catalográfica da obra.

** Referêcia a música Como Estais Amigos, álbum Virtual XI - Iron Maiden
Leia mais...

03/04/2017

Resenha :: O Céu vai ter que esperar! (Heaven Can Wait)

abril 03, 2017 0

 
Me apaixonei pela capa e o título prometeu um livro no mínimo fofo. Ai fui pro skoob, li as resenhas e só notão 5 estrelas e as minhas expectativas foram lá pra cima. Ganhei o livro 😍 obrigado Blog memórias literárias mas.. não foi.
 
Não entendi porque a mocinha lembra muito as de chick-lit só que as partes cômicas funcionariam muito mais em filme. Ela estava num momento NoivaZila e não gosto de gente assim.
 
Mas ai vem a morte e a história vai ladeira abaixo pra mim, os dois personagens que deviam ser secundários ganham status de principais e a autora rachou a história entre os três deixando a trama principal meio de lado.
 
Se focasse na história principal tinha tudo pra ser um clichê ótimo (que eu estava esperando😒) mas como ficou retalhado pelas histórias paralelas pra mim não funcionou.😔 Sem falar no final Mandrake pra ser um "felizes para sempre"😟

Informações Técnicas do livro

O Céu vai ter que esperar!
Cally Taylor
Ano: 2011
Páginas: 364
Tradução: Bruna Hartstein
Editora: Bertrand Brasil
  
Sinopse
Envolvi o rosto dele em minhas mãos e o beijei de volta. Achei que a vida não podia ficar mais perfeita.Eu tinha razão, não podia... Lucy Brown nunca esteve tão feliz. Ela está prestes a se casar com o homem dos seus sonhos ― o belo, gentil e inteligente Dan ―, e tudo o que sempre quis está finalmente ao seu alcance. Só que, na véspera do seu casamento, Lucy sofre um acidente fatal. Ela tem de fazer uma escolha: aceitar uma vida inteira longe da sua alma gêmea e ir para o céu ou ficar com Dan para sempre... e se tornar um fantasma! Para Lucy, só há uma opção ― deixar Dan está fora de questão. Mas nem tudo é tão simples assim. Para se tornar um fantasma, ela precisa encontrar o amor verdadeiro para um completo estranho... E, quando descobre que a sua “grande” amiga Anna está determinada a conquistar o devastado e vulnerável Dan, a pressão fica bem mais forte...

Leia mais...

06/01/2017

Minhas leituras :: Para sempre Alice (Still Alice)

janeiro 06, 2017 0


Hoje comecei um livro que estava há muito tempo na minha lista de desejados. Daqueles que a gente adia não por falta de vontade, mas porque sabe que algumas histórias pedem o momento certo. E ele chegou até mim como presente da querida Luiza Silva, do Livros de Bela, já devidamente protegido por uma das capas lindas da Sonhos e Rosas — porque alguns livros merecem esse cuidado antes mesmo da primeira página.

Para Sempre Alice me apresenta uma protagonista que, à primeira vista, parece ter a vida perfeitamente organizada: uma carreira brilhante, uma família construída, planos, independência. Até que pequenos esquecimentos começam a surgir e, aos poucos, deixam de ser distrações para se tornarem um diagnóstico devastador: Alzheimer precoce.

Só a premissa já me faz pensar em algo que, talvez, todos nós temamos em algum nível. Não apenas esquecer nomes ou datas, mas ver a própria identidade escapar lentamente. Quem somos quando as nossas lembranças começam a desaparecer? O que permanece quando a memória já não consegue guardar aquilo que vivemos?

Imagino que esta será uma leitura delicada, dolorosa e profundamente humana. Daquelas que não prometem respostas fáceis, mas convidam a olhar para a fragilidade da vida com mais empatia.

Também existe a adaptação para o cinema, que há tempos desperta minha curiosidade. Mas, como quase sempre faço, quero primeiro conhecer Alice pelas páginas do livro, construir minha própria percepção da personagem e da sua jornada. Depois, será a vez de assistir ao filme e descobrir como essa história tão sensível ganhou vida na tela. Tenho a sensação de que será uma daquelas raras experiências em que livro e filme se complementam, em vez de competirem entre si.

Abro este livro com o coração preparado para me emocionar. Espero encontrar, em meio às perdas inevitáveis, uma história que também fale sobre amor, dignidade e sobre a coragem de viver plenamente um dia de cada vez.

Leia mais...

13/12/2016

Resenha :: Sorrisos Quebrados (Quebrados #01)

dezembro 13, 2016 7

São exatamente 05:54am da manhã, estou sentada em frente ao computador depois de uma noite acordada lendo essa história.

No início tive medo, a história falava de algo que todas as mulheres preferem acreditar serem apenas uma manchete de jornal, estatísticas, números. Mas a medida que fui lendo fui descobrindo que é algo que acontece a todos, em algum momento de graus e formas diversas.

 Não tem como saber só de olhar, porque cada sorriso esconde algum grau de tristeza. Porem o mundo seria um lugar muito mais triste sem esses sorrisos.


Sorrisos Quebrados, relata a história de Paola, uma mulher em recuperação. 
“Eu acredito que sou um quadro abandonado por alguém que nunca desejou ser pintor. Alguém me pegou quando era uma tela branca e em vez de me pintar com a suavidade dos pincéis, me rasgou com o lado pontiagudo.”
Ela está si recuperando de um ataque violento que a deixou com profundas e irreparáveis marcas e cicatrizes emocionais e físicas. Deixando sua dor e a violência sofrida visível em praça publica. Permitindo a quem a olha espreitar uma dor que não pertence ao observador, somente a quem a sente. E apesar de tudo isso, ainda não era o pior, toda cicatriz é apenas um eco fraco do que está por dentro dela onde nenhum olho pode ver. Mas também Paola, se mostra uma lutadora. Guerreira e determinada a continuar viva, mesmo que nem ela mesmo acredite em si e no quanto é corajosa, apenas por continuar.

Dentre tantas outras histórias, temos André. 
“Eu não me apaixonei pela sua força, encantei com a sua beleza, atraí pelas suas curvas. Não. Essas eu também amo. Mas eu amei-a pelo seu sorriso fraco, Desproporcionado, Quebrado. Ele é meu favorito e o mais lindo de todos.”
Um homem de proporções físicas generosas. Alto, musculoso, atraente. E no entanto a maior característica dele é ser um pai extremamente devoto de um pequeno raio de Sol.
Eclipsado por nuvens escuras. Ao contrario de Paola, André e sua filha trazem marcas onde aos olhos alheios e mesmo os mais atenciosos e generosos, a dor é difícil de ver e entender, porque as feridas cicatrizadas ou não, ainda sagram, mas as que ficam longe dos olhos são as mais difíceis de ver e entender.

Eu ainda não consegui, assentar toda a história no coração. Mas o que posso dizer é que a alegria e a dor se expressam em nossos corações de diversas formas. E que Paola fez com que eu me lembrasse por que tenho fé, esperança nas pessoas. Porque eu vejo as cores que elas tem. Sim, algumas são tão carinhosas que te colocam num mundo de tons pasteis, outras são aquelas que te enchem de energia para desfrutas das pequenas grandes aventuras e tornam tudo tão colorido e intenso como as cores de uma boate. O sorriso dos meus filhos que fazem o mundo ganhar um filtro, que nenhum instagram é capaz de produzir. Que só o amor, todo tipo de amor, é capaz de construí, colorir, pintar, mudar.

Eu amei a história porque sei o quanto é difícil juntar as partes quebradas de um todo e tentar voltar a ser um inteiro. 
Não como era antes, não isso não é possível. Mas as cicatrizes podem te mostrar que você sobreviveu, aprendeu a ser mais forte e pode continuar. Que é possível enxergar através das mentiras que outras pessoas contam sobre você. E aceitar que existem pessoas que amam tanto a si mesmas que as torna impossível de ter amor para dar.

Paola, André, Sol, Renata, Jorge. Cada um com suas histórias e cicatrizes fazem desse livro o mais belo livro que li esse ano. (Como está terminando vai ser difícil que isso mude até dia 31). Foi emocionante a cada página, arrebatador em suas reviravoltas e sublime em seu final.

Deixo meus sinceros, muito, muito obrigado a querida Gabriela Tavares, que me avisou sobre a vinda desse livro ao Brasil. Ao Clube do Farol por existir e me proporcionar ter contato com pessoas como Gabriela e autores como a Sofia Silva.
Por favor, não percam a oportunidade de ler essa história.


Informações Técnicas do Livro

  • Sorrisos Quebrados
    Quebrados #01
  • Sofia Silva 
  • Formato: eBook Kindle
  • Número de páginas: 286 páginas
  •  
Sobre SORRISOS QUEBRADOS
- é livro único de uma série de livros únicos.
- a série é constituída por casais e temas diferentes.
- o nome da série é Quebrados.

Sinopse 
                  Paola
Perante Deus, o meu marido prometeu me amar.
Cuidar de mim. Ser meu amigo.
Perante todos, disse que me amava.
Que íamos ser felizes. Viver para sempre juntos. 
Mentiu em tudo. 
Até que um dia, perante mim, ele disse que ia me matar. 
E não mentiu.
A partir desse dia vivi escondida no meu mundo, até o André aparecer.

                  André
Não procurava nada. Não queria ninguém.
Não depois de tudo que vivi.
O meu coração estava escondido na escuridão, 
até a Paola surgir com as suas cores, pintando a minha vida.


Sorrisos Quebrados é um romance colorido entre duas pessoas Quebradas por relacionamentos passados. Uma história de superação dos próprios medos e promessas.


#SQ no Facebook
 
Página Oficial : Sorrisos Quebrados

A autora Sofia Silva: Página de autora

SOFIA SILVA é uma autora portuguesa, licenciada em Ensino Básico, que vive na mais bela cidade em Portugal: O Porto.
 
Apaixonada por literatura, com tendência para romances dramáticos de final feliz. 
 
Decidiu escrever sobre quem é diferente, nascendo assim os Quebrados.
Leia mais...

16/11/2016

Resenha :: O Lado Bom da Vida (The silver linings playbook)

novembro 16, 2016 0


Olá!! Nem sempre si pode estar bem. Afinal o único que sempre sorrir é o palhaço. E porque eu estou falando isso? Porque quero partilhar uma leitura maravilhosa que fiz e que me ajudou a ler e amar outro livro maravilhoso. Que conto depois...
Você precisa saber que são suas ações que fazem de você uma boa pessoa, não sua vontade.
A questão é que a vida nem sempre vai de acordo como o planejado. Pat Solatano perdeu tudo - sua casa, seu trabalho, e sua esposa. Um ex-professor na casa dos 30 anos que acaba de sair de uma instituição psiquiátrica.  Convencido de que passou apenas alguns meses naquele 'lugar ruim', Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um 'tempo separados'.
Se as nuvens estão bloqueando o sol, sempre tento ver aquela luz por trás delas, o lado bom das coisas, e lembro de continuar tentando.
Ele agora se encontra vivendo novamente com sua mãe e seu pai, depois de passar em uma instituição. Pat está determinado a reconstruir sua vida, manter-se positivo e reatar com sua esposa, apesar das circunstâncias difíceis de sua separação. Convencido que fazer tudo certo traz resultados positivos é muito bonito ver o esforço que ele faz para ver o lado bom de tudo. O que deixa a leitura leve porque realmente o exercício de ver as coisas de uma maneira positiva é contagiante.
Estou praticando ser gentil em vez de ter razão!
Nesse meio tempo ele fica tentando recompor o quebra-cabeça de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com o pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.
O mundo encontrará várias e várias maneiras de te machucar, mas você vai encontrar uma pessoa que te traga tanta felicidade e que te ame tanto que as feridas do mundo não vão mais te atingir, porque ela te protege, ela te ama, e acima de tudo você ama ela.
O futebol que é uma paixão que uni os homens da casa e os exercícios para manter a sanidade começam não a reconstruir, mas a construir uma nova vida pra Pat, onde o psiquiatra é um grande amigo, a vizinha louca uma companheira de atividades físicas e coisas ruins são copos meio cheios.
Parece triste. Parece com raiva. Parece diferente de todas as outras pessoas que conheço. Ela não consegue fingir aquela expressão feliz que os outros fingem quando sabem que estão sendo observados. Ela não precisa fingir comigo, o que faz confiar nela, de certa forma.
Quando Pat atende o pedido de Tiffany, sua louca companheira de exercícios, as coisas ficam complicadas. Tiffany se oferece para ajudar Pat a reconquistar sua esposa, mas somente, se ele fizer algo muito importante para ela em troca. Com o desenrolar da história, uma ligação inesperada começa a se formar entre eles. E com esse desenrolar o misterioso passado de ambos começa a ser desvendado e como o sol sempre está lá apesar das nuvens o que vai acontecer depende um pouco da sua fé em acreditar no sol, da disposição de lutar por mais um dia mesmo sem sol e de esperar um céu de brigadeiro quanto for preciso.
A vida não é um filme de censura livre para fazer com que a pessoa se sinta bem. Muitas vezes a vida real acaba mal. E a literatura tenta documentar essa realidade, mostrando-nos que ainda é possível suportá-la com nobreza.
Eu realmente torci pelo Pat e por sua família, me divertir com as partidas de futebol e comprei a ideia de ser feliz mesmo sendo um pouquinho triste. Os pequenos milagres que acontecem na história são comoventes e até cômicas. Eu realmente gostaria que você lesse esse livro. Ele me fez ama a história do livro As vantagens de ser invisível. Mas esse livro eu conto o que me fez gostar dele em outra oportunidade. Boa leitura e seja feliz!!


Ficha Técnica do Livro


O Lado Bom da Vida
Leia mais...

07/10/2016

Resenha :: Amanhecer (Breaking Dawn)

outubro 07, 2016 0



         Como não é surpresa visto os 3 livros anteriores o primeiro capítulo é facilmente dispensável.  Até porque o auge até aqui é o casamento. A atitude do Jacob pra mim foi muito boba por parte da autora.  Depois do último livro fiquei meio... hein? Mas...Então... mesmo no casamento a ação fica no quase como TODAS no livro. (Chato). Sério.  Quase beijo. Quase luta. Quase primeira vez. E quantas quase morte a Bella teve até aqui?
 
Bom... Vamos lá. 
        Fica claro pra mim que pra o leitor da saga não precisava desse livro pra dar ao leitor o final desejado da saga. Mas a Meyer tem que te tira da cabeça da Bella e deixar a narrativa em outra tão obsessiva quanto. 

        Sério. Isso se querer explica demais ficou chato por te impedir de imaginar o seu próprio andamento dos personagens. Depois de todo embrolho como enrolar mais um pouco? Os Volture. Mas nervos a flor da pele. Outra tensão nervosa do possível confronto... e pois é. 
 
        Sinceramente. Eu não curti. Pra mim foi só uma extorsão do dinheiro de quem acompanhou a saga e viu o quarto livro ser o dobro de páginas do anterior com muito mais palavras que conteúdo. 

             A parte boa? E enfim viveram felizes para sempre.Ou será que não?


Ficha Técnica do Livro

Amanhecer 
Crepúsculo # 4
Ano: 2012
Páginas: 576
Editora: Intrínseca

Sinopse 

Estar irrevogavelmente apaixonada por um vampiro é tanto uma fantasia como um pesadelo, costurados em uma perigosa realidade para Bella Swan. Empurrada em uma direção por sua intensa paixão por Edward Cullen, e em outra por sua profunda ligação com o lobisomem Jacob Black, ela resistiu a um tumultuado ano de tentação, perda e conflito até o momento da decisão definitiva. A escolha entre fazer parte do obscuro, mas sedutor, mundo dos imortais ou permanecer vivendo como humana se tornou o marco que poderá transformar o destino dos dois clãs: vampiros e lobisomens. 

Agora que Bella tomou sua decisão, uma corrente de acontecimentos sem precedentes se desdobrará, com consequências devastadoras. No momento em que as feridas parecem prontas para ser cicatrizadas, e os desgastantes confrontos da vida de Bella, resolvidos, isso pode significar a destruição. Para todos. Para sempre.
Leia mais...