Mostrando postagens com marcador Editora Sextante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Editora Sextante. Mostrar todas as postagens

Resenha :: Isso me traz alegria (Spark Joy: An Illustrated Guide to the Japanese Art of Tidying Up)

Olá, leitores! Hoje quero falar do segundo livro de Marie Kondo que leio. Já deixei aqui no blog como foi minha leitura de A mágica da arrumação, de Marie Kondo, e como, depois da leitura, fui conferir a série na Netflix. Por isso, achei importante trazer também o meu olhar sobre Isso me traz alegria.

"Apenas quando aceitamos de modo incondicional aqueles cujos valores diferem dos nossos é que podemos realmente dizer que terminamos a arrumação."

Resenha :: O ponto (Dot)

 Olá leitores, tudo bem? admito que sou alguém ansiosa. Não no sentido de "querer para hoje o que só será amanhã", mas no sentido medicinal da coisa. Enfim, quem tem ansiedade sabe como é, quem não tem espero que não venha a saber. Mas, eu sempre tento através dos livros me cuidar um pouco mais.

Um convite tátil e visual ao repouso, onde o silêncio das páginas fala diretamente ao coração inquieto, transformando o ato de ler em um exercício de respiração.

Resenha :: A mágica da arrumação (The Life-Changing Magic of Tidying Up)


Olá leitores, terminei a leitura desse livro com várias marcações, muito aprendizado e também uma sensação boa de já fazer várias das coisas que a autora pontua no livro como caminhos para uma boa organização.

Gostei também de entender a questão dos '30 livros', que ficou tão conhecida pelo episódio da série da Netflix. No livro, Marie Kondo deixa claro que essa é uma quantidade que funciona para ela, mas que existem pessoas para as quais seria impossível ter menos de 100 livros. E isso fez bastante sentido para mim, porque a organização não parece estar em impor uma quantidade ou uma regra igual para todos, mas em entender o que realmente faz sentido manter.

Resenha :: Vivendo a comunicação não violenta (Living Nonviolent Communication)


Olá leitores, pode parecer curioso, mas meu interesse por Comunicação Não Violenta começou com uma crítica. Uma colega disse que o tema era “básico demais”, quase óbvio. Aquilo me incomodou — seria mesmo só isso? Ao abrir o livro de Marshall Rosenberg, descobri que não. A CNV vai muito além de evitar palavras duras: é uma forma de viver, pensar e se relacionar.

Desde as primeiras páginas, o livro se apresenta como uma verdadeira introdução ao método. Rosenberg explica que comunicar-se sem violência é expressar o que está vivo em nós e compreender o que está vivo no outro. Isso exige mais do que técnicas: exige consciência.


“Confunde-se entendimento intelectual com empatia. É da empatia que vem a cura.” 

 

Resenha :: Corajosa sim, perfeita não (Brave, Not Perfect)


Não é apenas uma mulher falando, é uma mulher embasada na vivência, depoimentos de muitas outras mulheres, vivências e muitos estudos científicos sobre o assunto que permeia as páginas desse livro. O livro se trata de uma transcrição da palestra TED de Reshma Saujani que, depois de muito penar neste universo da perfeição, percebeu que precisava se arriscar mais a errar e ser mais corajosa além de incentivar outras mulheres a fazerem o mesmo.

Um livro sobre a busca pela perfeição, muitas vezes feita de forma tão inconsciente, por ter sido arraigada ao nosso pensamento que nos torna medrosas, limitadas e quase incapazes de tentar e esperar pelo resultado seja um acerto ou um erro - e que isso está profundamente ligado à nossa autoestima.


"Sendo corajosas, e não perfeitas, conseguimos criar e viver uma vida que não apenas parece boa, mas é autentica, alegre, confusa e completamente nossa"

Resenha :: A jornada da heroína (The Heroine's Journey)

 Olá leitores, tudo bem? Confesso que esse livro foi num caminho muito diferente do que eu imaginei. E me surpreendi porque ele pode ser lido de várias formas a depender de quem está lendo. Mas creio que qualquer que seja a forma de leitura vai ser interessante e informativa.

Mauren Murdock relata suas experiências pessoais em sua jornada, que, embora incorpore elementos da jornada do herói, possui um enfoque distinto. No caminho feminino, há uma tentativa de curar a separação interior entre a mulher e sua essência feminina. E, por fim, uma reconexão em harmonia e equilíbrio. Ela utiliza mitos, contos de fadas, símbolos antigos e divindades para tal, vinculando-os aos sonhos relatados por mulheres, incluindo ela própria.

Resenha :: A Biblioteca dos Sonhos Secretos (What You Are Looking For is in the Library)



Olá! Existe um charme especial nas obras que mergulham no universo literário e, com a crescente presença da literatura oriental em nosso mercado editorial, surge um desejo irresistível de explorar esse intrigante universo através das páginas. Por isso, resolvi que A Biblioteca dos Sonhos Secretos seria a minha próxima leitura.