📑 Um livro que você releu mais de uma vez:
A história reúne três irmãs que praticamente não se conhecem e que, depois da morte do pai, se veem obrigadas a conviver sob o mesmo teto para terem direito à herança. Willa, Lily e Tess precisam deixar de lado as diferenças e descobrir como viver juntas na Fazenda Mercy, um lugar tão bonito quanto cheio de segredos, ressentimentos e perigos.
E talvez seja justamente essa mistura que explique tantas releituras. Tem suspense, romance, conflitos familiares, personagens que vão se descobrindo aos poucos e aquela atmosfera de propriedade isolada que sempre me prende. Mas existe também algo que vai além da própria história: é aquele tipo de livro que, depois de tantas visitas, já parece um lugar conhecido.
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📑 Um livro que você relê sempre que pode:
Qualquer romance fofo pra descontrair e evitar ressaca literária, geralmente algum que faz muito tempo que li ou que me fez sentir saudade.
É uma das coisas que mais gosto nas releituras. A gente já sabe o caminho, conhece os personagens, lembra de algumas situações e, ainda assim, encontra prazer em voltar. Não existe a ansiedade de descobrir o que vai acontecer; existe o conforto de simplesmente estar novamente naquele lugar.
📑 Um livro que você sô leu uma vez, mas gostaria de reler:
A lista é bem extensa, especialmente quando penso nos clássicos. Existem tantos livros que li uma única vez e que ainda tenho vontade de reencontrar que escolher apenas um não foi exatamente uma tarefa fácil.
Mas, para esta TAG, vou ficar com Jane Eyre, de Charlotte Brontë.
E acho curioso como alguns livros permanecem na nossa lista de “quero reler” mesmo quando o tempo passa. Nem sempre é porque lembramos de cada detalhe da história. Às vezes é justamente o contrário: fica aquela sensação de que existe alguma coisa naquela leitura que gostaríamos de reencontrar com os olhos de quem somos hoje.
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Primeiro romance de Charlotte Brontë, uma das irmãs que compõem a famosa família literária inglesa, Jane Eyre conta a história de uma jovem em busca de uma vida mais significativa na sociedade inglesa do século XIX. Por meio da abordagem de temas como a subordinação da mulher, relações familiares abusivas que geram traumas futuros e o crescimento moral e espiritual da personagem principal, Jane Eyre foi publicado originalmente em 1847, mas se mostra ainda muito atual. Jane, órfã de pai e mãe, vive com parentes que a desprezam, sendo tratada por sua tia de modo muito diferente do tratamento recebido pelos primos, cruéis e fúteis. Já com 10 anos de idade, Jane é enviada para a instituição de caridade Lowood, uma escola com métodos rígidos de ensino. Apesar das inúmeras privações que enfrenta na escola, a menina leva uma vida quase feliz e se torna forte e independente, passando a lecionar na entidade que a formou. Aos 18 anos, decide partir, e consegue um trabalho como preceptora da jovem Adèle, pupila do irônico e arrogante Edward Rochester. A partir deste momento, a vida de Jane toma um rumo diferente e inesperado, que envolve mistério, novas amizades, diferentes sensações e até mesmo uma história de amor. Jane Eyre é considerado um romance de formação, no qual se narra o desenvolvimento físico, moral, psicológico, estético, espiritual e social da personagem principal, desde sua infância até a maturidade. Charlotte Brontë representou, por meio da protagonista, a ideia de emancipação feminina, isto é, de que as mulheres não tinham a obrigação de se casar para ter uma vida; que poderiam trabalhar e se sustentar de maneira independente. Ao longo do romance, são tecidas diversas críticas à condição de inferioridade atribuída às mulheres naquela época. A autora é, por isso, considerada transgressora das regras vigentes em sua sociedade, vista hoje como uma mulher à frente de seu tempo. Jane Eyre narra, além de uma comovente história de amor, a saga de uma jovem em busca de uma vida mais significativa do que a sociedade inglesa do século XIX tradicionalmente permitia às mulheres.
📑 Um livro que você não relê para preservar a lembrança que tem:
Eu amo a série A Mediadora, de Meg Cabot. E justamente por amar tanto, tenho medo de reler.
Pode parecer estranho dizer que não releio um livro de que gosto tanto, mas algumas histórias ficam associadas a uma época da nossa vida, a uma determinada versão de nós mesmos e, principalmente, à sensação que tivemos quando as conhecemos pela primeira vez.
Tenho medo de voltar para A Mediadora tantos anos depois e descobrir que aquilo que funcionou tão bem para mim naquela época já não funciona da mesma maneira hoje. E existe uma possibilidade ainda pior: reler e acabar desgostando de uma história que guardo com tanto carinho, então, neste caso, prefiro não arriscar.
Fico com a lembrança da primeira leitura, com o carinho que tenho pela série e com aquela sensação boa de saber que existe uma história da qual não preciso de uma segunda leitura para continuar gostando.
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📑 Um livro que você gostou quando leu, mas acha que não gostaria se relesse:
A Seleção, de Kiera Cass, sinceramente, tenho uma certeza dentro de mim de que, se tentasse reler, seria só desgosto e passar raiva. 😂
E o mais curioso é que eu gostei quando li. Tanto que a lembrança que ficou é boa. Só que hoje, conhecendo melhor meus próprios gostos e olhando para a história com outros olhos, tenho a impressão de que a experiência seria completamente diferente.
Principalmente porque já me irritei quando li a sinopse. Se a simples apresentação da história já foi capaz de despertar minha implicância, talvez seja melhor não colocar essa impressão à prova com uma releitura.
Então, neste caso, prefiro fazer uma coisa que tenho aprendido a fazer cada vez mais: deixar uma boa lembrança em paz.
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America Singer, no entanto, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás o rapaz que ama. Abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe - e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que nunca tinha ousado imaginar.
📑 Um livro que você mudou de opinião quando releu:
O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë, quem já me ouviu dizer que esse é um dos meus livros favoritos provavelmente até se assustaria com essa resposta. 😄 Mas foi justamente por ter relido que mudei de opinião.
Na primeira leitura, a história me causou um certo estranhamento. Na segunda, isso já não aconteceu. Eu já conhecia a narrativa e consegui aproveitá-la de outra maneira.
Também fez muita diferença a edição: a segunda que li era muito superior à primeira, tanto na diagramação quanto na tradução.
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📑 Um livro que você não quer reler nunca:
Sushi, de Marian Keyes, depois de ler As Irmãs Walsh, fui conhecer outro livro da autora e… pelo amor de Deus! 😂
Sushi definitivamente não entrou para as minhas boas lembranças de leitura. E, para completar a lista, só perde para Amanhã eu paro! — esse, para mim, foi péssimo!
Então, entre todos os livros que poderiam aparecer nesta categoria, Sushi ganhou seu lugar sem precisar de muita discussão. Esse eu realmente não tenho vontade nenhuma de reencontrar.
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Conhecida como “Princesa”, Clodagh sempre teve a vida dos sonhos, e hoje vive seu conto de fadas ao lado do marido e dos filhos. Mas então, por que será anda sentindo vontade de beijar um sapo? Sushi é um livro sobre a busca da felicidade. E ensina que, quando você deixa as coisas ferverem sob a superfície por tempo demais, elas acabam transbordando.
Se fosse você a responder essa TAG quais seriam as suas respostas, me conta nos comentários! Até a próxima!!!









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