Olá, leitores. Venho falar sobre minha leitura de um tipo diferente de texto, até mesmo de livro. Nele mais que um convite a ler, impera o convite ao sentir.
Desde a abertura, a autora nos convida a deixar de lado as convenções atuais e talvez a nos lembrar, ou quem sabe imaginar, como é ver os sentimentos em palavras. Não digitadas, mas marcadas pelo peso da mão e das emoções no papel, aquelas escritas de próprio punho que impregna o papel de tudo que quem escreveu sentiu — com mais ou menos — intensidade em cada traço, cada letra e também nos espaços.



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