Resenha :: O Futuro Que Nos Roubaram



Como começar, a falar de uma história que começou a ser contada e que conta com o DNA da autora, trazendo nesse conto a mais quebrada de suas personagens, que não traz nenhuma cicatriz que possa ser vista, mas sua alma tem todas as cicatrizes que uma mulher pode trazer?

Resenha :: Compaixão



Olá, leitores. Hoje venho falar de um livro que nos remete a uma frase muito usada no meio literário; que é a leitura que nos faz “sair da zona de conforto” dos livros que habitualmente lemos, porém asseguro que esse convite se faz ainda maior nessa obra.

Resenha :: Apenas Um Dia (Just One Day)


Mas, e se Shakespeare, e Hamlet, estivessem fazendo a pergunta errada? E se a verdadeira pergunta não se referir a ser, mas a como ser? Uma história de amor que tem Shakespeare nela ou é um completo sucesso ou retumbante fracasso. 

Depois das histórias dele nada de novo se foi escrito, sem ter bebido da fonte de suas obras. Mas o tom da história não é reescrever Shakespeare, é ter o amor pela obra encenada e estudada dele como pano de fundo para a trama que envolve perdas, descobertas e a certeza que o acaso pode ser um aliado do amor.

"— Este sou eu, querida. Todos os meus eus. Sou cada um deles. Sei quem estou fingindo ser e quem eu sou. — O olhar que me lança é seco.— Você sabe?"

Resenha :: Tartarugas Até Lá Embaixo (Turtles All the Way Down)


Comecei Tartarugas Até Lá Embaixo com uma expectativa muito alta, principalmente por saber que a história abordava o TOC e que o próprio John Green convive com o transtorno. Talvez por isso eu tenha ficado um pouco frustrada nos primeiros capítulos. Eu estava tão presa à expectativa de encontrar uma história sobre a doença que, por alguns momentos, perdi o foco do que realmente estava sendo contado.

Mas, à medida que fui lendo e me permiti simplesmente viver a história, tudo começou a se encaixar de uma forma única. E acabou sendo uma experiência muito mais pessoal do que eu esperava.

Resenha :: Entre o amor e o silêncio


Terminei essa leitura completamente apaixonada. Já imaginava que seria assim por ser um livro da Babi A. Sette, por indicação da Adriana, mas a verdade é que essa história conseguiu me surpreender muito mais pela profundidade dos temas abordados do que apenas pela história de amor.

Mais do que os personagens, é a maneira como Babi conduz os assuntos que chama a atenção. Ela encontra a medida certa para falar sobre o primeiro amor, a primeira decepção, as escolhas que fazemos e que, pouco a pouco, vão moldando nossas vidas. Fala sobre aquilo que escolhemos conscientemente, mas também sobre as escolhas que fazemos quando estamos machucados, tentando nos proteger de sentir novamente.