Lendo a biografia do Bruce Dickinson a lição é que não existe acaso. Ele sempre teve o talento para cantar porém, tem um relatório escolar de "Não Cantor". Para ser o astro que é tem horas e horas de busca por contatos, por bandas para participar e por integrantes para completar a banda.
Suas escolhas em não fazer tatuagem e não usar drogas vem de experiências de pessoas próximas e pelo fato de ver o que isso fez a elas. Claro que o próprio talento e a busca incansável por seus sonhos, me mostram que talento é o resultado de dom associado a trabalho, muito trabalho.
Narrando a sua história ao melhor estilo inglês, ele deixa transparecer que se inteira de tudo a respeito da vida de pessoas que foram próximas e mesmo que hoje não sendo tão próximas ainda são pessoas que importam. Algumas coisas, mereciam nota de rodapé e que só entendi graças a leitura da Nora Roberts, (obrigada), e claro a um conhecimento adquirido de lendas da Irlanda.
As primeiras impressões até aqui da autobiografia é a de ser uma leitura obrigatória a todo leitor que ama a cultura inglesa, seja nos livros ou na música, a todo que quer conhecer e entender a história do Rock n Roll a contar dos anos de 1960 e que por um motivo ou outro quer entender a história da música moderna e de como chegamos ao que temos no século XXI.
E tudo isso amigos, são as primeiras impressões. #uptheirons
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