Com uma narrativa ora intimista e ora em terceira pessoa, a autora conta a
história de um símbolo Carioca. Como capixaba, a analogia que posso fazer é
com a fábrica de chocolates
Garoto, localizada no coração da
cidade de Vila Velha.
Confesso que eu fiquei ainda mais curiosa sobre ambos, biscoito e livro, em
minha ida a Bienal no RJ em
2019, porém só esse ano consegui finalmente saciar minha curiosidade.
Degustei o biscoito enquanto lia o livro e, posso adiantar, recomendo ambos.
Agora vamos ao livro.
"As conversas, as risadas e as lembranças que surgem entre todos são uma evidência de que a mesma medida que o biscoito leva de polvilho em sua receita leva também de paz, amor e união."



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