Olá leitores, de cara percebemos que Billy mostra a diferença entre ser um monstro e ser simplesmente não humano. E outro traço muito interessante de sua personalidade é que ele não rouba o crédito de outras pessoas. Quando alguma ideia veio de seu consultor de imagem ou de seu terapeuta, ele faz questão de deixar isso claro. Pode parecer um detalhe, mas é justamente nesses detalhes que vamos conhecendo melhor quem é o Billy por trás do mito.
Com o passar das páginas, vamos percebendo que, além da vontade de ser ouvido — ou melhor, lido —, existe nele o desejo de que, assim como acontece com outros personagens de histórias que foram considerados “vilões”, sua versão dos fatos também seja conhecida. E, depois de tantos anos sendo o assustador da história, talvez esteja mesmo na hora de descobrir o que o Bicho-Papão tem a dizer.









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