Mãe, me ensina a conversar

Hoje quero conversar com vocês sobre uma leitura que me levou para um lugar muito delicado: o da maternidade diante de um filho que percorre um caminho diferente daquele que a sociedade costuma esperar. Em 'Mãe, me ensina a conversar', Dalva Tabachi compartilha sua experiência como mãe de quatro filhos, entre descobertas, dúvidas, renúncias, conquistas e os muitos aprendizados que acompanham cada nova etapa da vida de uma família.

"Cada progresso por menor que seja, leva a outros. Nada se faz num piscar de olhos. Não existem milagres. Ricardo jamais parou de aprender. Continua aprendendo – e toda a nossa família aprende junto com ele."

Resenha :: Íntimo e Perigoso (Up Close and Dangerous)

Recebi alguns livros dessa autora para ler como indicação e emprestado. Após ler dois livros tinha desistido da autora e ia devolver sem ler. Então minha mãe disse... ah esse livro é ótimo você vai gostar. Resolvi dar mais uma chance e... GOSTEI! Mãe não decepciona não é mesmo?!

Vamos lá!! A personagem é maravilhosa! Sabe aquela mulher forte, decidida e prática! Exato não é uma donzela em perigo esperando o homem forte e másculo vir salva-la. Porém ela também aceita ser salva desde que isso seja absolutamente necessário.


"O amor e a paixão deviam trazer avisos bem visíveis dizendo: cuidado, pode causar estupidez."

Resenha :: Viralizou

 

Olá, leitores, que tal mergulhar num apocalipse zumbi pleno Rio de Janeiro? Confesso que a sinopse chamou muito a atenção, e me vi mais que curiosa sobre 'Viralizou' e conto para vocês o que achei depois da leitura.

Como diria o José Simão, o Brasil se muda com humor e não com rancor – e assim em uma mistura de ficção cientifica, humor e terror, Viralizou faz uma sátira a pandemia. E talvez, os autores assim como eu se viram pensando, que pouco tempo antes zombavam dos filmes de zumbis que diziam que após uma pandemia, poucas pessoas continuavam vivas e menos ainda não haviam sido infectadas. Bom o momento que vivemos mostrou que a ficção mostrava muito mais da realidade que a própria realidade permitia imaginar.

Resenha :: Glória Mortal (Glory in Death)



Olá leitores, apesar de alegarem que os livros podem ser lidos foras de ordem eu não concordo, navegando no grupo do facebook dos fans da série Mortal, percebi que muitas das perguntas feitas, só eram respondidas por quem leu todos os livros ou os primeiros da série. Isso deixa a leitura ruim? Não sei, mas depende de seu grau de interesse na resposta. Outro fator que ajuda aos livros para serem lidos fora da ordem da história é a narrativa em terceira pessoa.

Digo isso, porque no segundo livro a Tenente Eve Dallas tem que conviver com as consequências da resolução de um crime que envolveu grandes nomes e também por seu relacionamento com Roarke. 


"- Eu diria, Eve, que você é uma policial melhor, e uma mulher melhor, por causa disso. Um foco único na vida nos limita e pode, com frequência, se tornar obsessivo. Uma vida saudável precisa de mais de um objetivo, de mais de uma paixão. - Então acho que a minha vida está ficando mais saudável."

Resenha :: Greg o menino que morava em um trem

Mais que nunca, em tempos de tela e interatividade digital, proporcionar o acesso das crianças aos livros, mesmo que ainda não sejam alfabetizadas, é de suma importância. Ter nos livros imagens e figuras que façam o papel de amizades imaginadas dá à literatura o poder de ensinar o pertencimento ao universo criado, à fantasia e às viagens que não precisam de locomoção para acontecer.

Usar temas que já são de interesse da criança também é uma grande dica e uma porta para que o livro ganhe o papel esperado no cotidiano. Então, a dica de hoje é sobre algo que meu Sam ama: os trens.


“Quando eu ainda não sabia ler, brincava com livros e imaginava-os cheios de vozes, contando o mundo.” - Cecília Meireles