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Leitura Compartilhada :: Pássaros feridos (The Thorn Birds)

Há histórias que parecem caber em uma casa, em uma família, em uma paisagem. E há aquelas que precisam de décadas para contar tudo o que têm a dizer.

Nossa próxima Leitura Compartilhada será Pássaros feridos, de Colleen McCullough, uma saga que acompanha a família Cleary ao longo de gerações, tendo como cenário uma enorme propriedade no interior da Austrália. Entre laços familiares, escolhas, desejos e tudo aquilo que a vida transforma com o passar dos anos, vamos atravessar essa história juntos.

A leitura acontece de 23 de julho a 24 de setembro de 2026, na nossa 76ª Leitura Compartilhada.

Prepare o café, o chá ou aquele cantinho em que você gosta de ficar quando uma história pede tempo. Porque, desta vez, vamos acompanhar uma família por muitos anos e descobrir o que permanece quando o tempo passa.

Venha ler Pássaros feridos com a gente.

Resenha :: Vingança Mortal (Vengeance in Death)



Eu terminei o livro anterior em uma empolgação que me faria ter lido esse antes se não fossem as outras obrigações de leitura (sim, tenho livros esperando sua vez e me julgando cada vez que penso em passar outro na frente). Mas, desde já, aviso que essa série é daquelas que só quem lê entende porque tem tantos volumes, e porque os leitores não querem nem ouvir falar em final.

Resenha :: Cerimônia Mortal (Ceremony in Death)


Olá! Vamos ao 5º livro da série, mesmo podendo ser lida de forma não ordenada, eu creio que a leitura em sequência mostra o crescimento da série, e como cada livro acaba por acrescentar ao anterior e também ao próximo. Mas não se preocupe. Não haverá spoilers aqui então pode ler sem medo! 

Nesse livro a trama nós leva ao oposto de Eve e da época em que acontece essa história. A fé que não precisa de comprovação científica e que sobrevive através do tempo a despeito dos que não acreditam ou não querem acreditar. Um policial está morto e alguma coisa está errada com essa morte, mais policiais podem estar envolvidos e Eve precisa se voltar para o desconhecido para obter respostas mesmo aquelas que ela teme encontrar. A fé de Dallas para equilibrar a ordem entre o bem e o mal era a justiça. Essa é a sua religião e a sua filosofia de vida. 

"Assassinatos eram praticados por mãos humanas. E eram também as mãos humanas as responsáveis por trazer justiça. Era esse, afinal, o equilíbrio definitivo entre o Bem e o Mal."

 

Resenha :: Êxtase Mortal (Rapture in Death)


Olá leitores! Vamos ao 4º livro da série, mesmo podendo ser lida de forma não ordenada, eu creio que a leitura em sequência mostra o crescimento da série, e como cada livro acaba por acrescentar ao anterior e também ao próximo. Mas não se preocupe. Não haverá spoilers aqui então ler sem medo!

"Através de diferentes caminhos, haviam encontrado uma rota comum aos dois. Algumas coisas duram pra sempre, pensou ela. Algumas coisas bem comuns. Como o amor"

Resenha :: Uma Noite na Livraria Morisaki (More Days at the Morisaki Bookshop)



Olá,  pessoas! Quem já se encantou com uma livraria sabe que, após a primeira visita, é impossível não fazer outra e mais outra, e assim foi com a Livraria Morisaki. Eu simplesmente não teria como não revisá-la assim que a oportunidade surgiu. Então, agora, compartilho sobre: Uma Noite na Livraria Morisaki.

Leitura Compartilhada :: A casa dos espíritos (La casa de los espíritus)

Há casas que guardam mais do que móveis, retratos e histórias de família. Algumas parecem guardar também aquilo que o tempo não conseguiu levar: vozes, memórias, amores, perdas e segredos.

Na 64ª Leitura Compartilhada do Lendo com Elis, vamos entrar em uma dessas casas. Entre espíritos, afetos, conflitos familiares e as grandes transformações de um país, Isabel Allende nos convida a acompanhar a família Trueba através de diferentes gerações.

De 22 de julho a 08 de setembro de 2024, será tempo de abrir as páginas de A casa dos espíritos e descobrir, juntos, o que acontece quando memória, história e imaginação passam a viver sob o mesmo teto. Se você gosta de ler acompanhado, conversar sobre livros e descobrir novas camadas de uma história durante a leitura, venha para esta Leitura Compartilhada. ☕📖

Resenha :: A Inconveniente Loja de Conveniência (Uncanny Convenience Store)


Olá, leitores, quem resiste a um livro com uma capa linda e uma sinopse maravilhosa? Não eu, definitivamente. E esse livro chegou ignorando a TBR e agora conto como foi a leitura para vocês.

Resenha :: Os Meus Dias na Livraria Morisaki (Days at the Morisaki Bookshop)



Oi, leitores! Existe algo mágico em livros que falam de livros e leitores, em especial aqueles que têm o apreço pelo livro, seja novo ou usado. Além disso, a possibilidade de conhecer o olhar de um oriental para esse amor em comum, a leitura, aliado a uma capa belíssima, foi uma combinação mais que irresistível para essa leitura, a qual eu conto como foi, agora.

Resenha :: Chá de Sumiço (The Mystery of Mercy Close)



E você leu Tem alguém aí? e ficou toda animada pelo próximo e último livro. Aquele que vai arrematar as outras histórias e te deixar com aquela velha e boa sensação de que todos os personagens seguem suas vidas fictícias com um feliz para sempre. Só que não.

A Helen, aquela que parecia a rainha do gelo nos livros anteriores começa te decepcionando com uma depressão no melhor estilo gótico e não estou nem aí. (Chato) A história segue e o toque de humor e leveza no tratar do tema depressão fazem você não largar o livro no meio.... Tenho que confessar que a mamãe e pai Walsh salvam o livro para mim, mas vamos lá.

"Favores são como dinheiro vivo: - Não podem ser gastos com coisas inúteis."

Resenha :: Eternidade Mortal (Immortal in Death)


Esse livro é um daqueles que você tem que ler com a expectativa correta para “não ler errado”. Por quê? Eu comecei a ler esperando muito sobre o casamento entre Eve e Roarke, porém... esse livro é uma história policial que vai além do romance entre eles.


"Uma promessa. Não é tão difícil prometer algo que é exatamente o que a gente já quer."


Resenha :: Tem Alguém Aí? (Anybody Out There?)


Nunca havia lido Marian Keyes. Nem mesmo com o imenso sucesso de Melancia, então já sabe que não comecei pelo mesmo. Ganhei esse livro de presente de aniversário do meu marido e foi realmente um presente maravilhoso. 

Tem alguém aí? É uma das histórias mais emocionantes que por mim, passaram (até hoje) e eu hei de recordar para sempre. Marian consegue de maneira tão natural levar seus leitores às gargalhadas e no instante seguinte as lágrimas.  Se eu fosse resumir minha sensação com essa leitura em uma frase: longe dos irlandeses da Nora Roberts e não tão trágicos quanto Nicholas Sparks.

“Lembrar de um sonho é quase tão difícil como agarrar um passarinho na mão. Mas, às vezes, parece que o passarinho vem pousar no ombro da gente de livre e espontânea vontade. ”

 

Resenha :: Los Angeles (Angels)



Pela primeira vez, me vi sentindo um dos dramas pessoais da personagem. Algumas descrições desses momentos eu quis marcar com marca-texto. Não deu. Li no tablet. (rs) Como nos livros anteriores de Marian Keyes, a empatia com a personagem foi fundamental para eu gostar ou não da história. Ainda estou devendo a resenha porque não gostei de Melancia, o grande best-seller dessa autora.

Mas continuemos com Los Angeles. A narrativa deixa a gente meio dúbia em relação aos personagens, mantendo apenas o carinho pelos sr. e sra. Walsh sempre intacto. Outra coisa comum nessa história, assim como nas três anteriores, foi a necessidade de 'fugir', sair do país para se reencontrar e resolver alguma pendência pessoal.

Resenha :: Férias (Rachel's Holiday)

Olá leitores! Nossa, fiquei acordada até a madrugada para terminar, li num tapa só. E toda a antipatia que senti por Melancia não aconteceu aqui. Pelo contrário, torci pela personagem. Suei com o possível final. Depois de Melancia, me surpreendi!

Rachel Walsh chega à história carregando uma vida que, à primeira vista, poderia render um livro sombrio e pesadíssimo. Aos 27 anos, envolvida com drogas e com o coração partido por Luke, ela acaba no Claustro, uma clínica de reabilitação na Irlanda. E é justamente aí que Marian Keyes consegue fazer uma coisa que me surpreendeu muito: você se vê sorrindo e até mesmo tomando partido pela personagem, acompanhando suas dores, suas descobertas e as situações absurdas que aparecem pelo caminho.

É um livro com uma carga emocional que tinha tudo para ser sombria e pesadíssima. Você se vê sorrindo e até mesmo tomando partido pela personagem, até a realidade nua e crua vir à tona. Mas, mesmo nesse momento, eu me vi durante a leitura ainda mais interessada, ainda mais arrebatada por toda aquela situação, mesmo estando tão longe da minha realidade.

Resenha :: Melancia (Watermelon)

"Supere isso e, se não puder superar, supere o vício de falar a respeito."


Olá leitores, essa frase abre de cara o ponto alto do livro. Falar sobre depressão e como não é fácil saber onde fica o limite entre a tristeza e a depressão (doença).

O livro começa no momento em que tudo deveria ser cor e luz na vida de um casal, em especial da mãe a espera de seu primeiro bebe. Porém um futuro-ex em pleno estado de egoísmo resolve jogar uma bomba em cima de Claire. Além de estar deixando a ela e a filha informa que tal atitude é tomada em virtude de um caso extraconjugal.

Resenha :: Íntimo e Perigoso (Up Close and Dangerous)

Recebi alguns livros dessa autora para ler como indicação e emprestado. Após ler dois livros tinha desistido da autora e ia devolver sem ler. Então minha mãe disse... ah esse livro é ótimo você vai gostar. Resolvi dar mais uma chance e... GOSTEI! Mãe não decepciona não é mesmo?!

Vamos lá!! A personagem é maravilhosa! Sabe aquela mulher forte, decidida e prática! Exato não é uma donzela em perigo esperando o homem forte e másculo vir salva-la. Porém ela também aceita ser salva desde que isso seja absolutamente necessário.


"O amor e a paixão deviam trazer avisos bem visíveis dizendo: cuidado, pode causar estupidez."

Resenha :: Glória Mortal (Glory in Death)



Olá leitores, apesar de alegarem que os livros podem ser lidos foras de ordem eu não concordo, navegando no grupo do facebook dos fans da série Mortal, percebi que muitas das perguntas feitas, só eram respondidas por quem leu todos os livros ou os primeiros da série. Isso deixa a leitura ruim? Não sei, mas depende de seu grau de interesse na resposta. Outro fator que ajuda aos livros para serem lidos fora da ordem da história é a narrativa em terceira pessoa.

Digo isso, porque no segundo livro a Tenente Eve Dallas tem que conviver com as consequências da resolução de um crime que envolveu grandes nomes e também por seu relacionamento com Roarke. 


"- Eu diria, Eve, que você é uma policial melhor, e uma mulher melhor, por causa disso. Um foco único na vida nos limita e pode, com frequência, se tornar obsessivo. Uma vida saudável precisa de mais de um objetivo, de mais de uma paixão. - Então acho que a minha vida está ficando mais saudável."

Resenha :: Nudez Mortal (Naked in Death)


Mesmo tendo vários romances polícias dela como Nora Roberts, J.D. é quase uma nova escritora.  Claro que consigo reconhecer os traços da personalidade da Nora portanto, eu irei resenhar os livros da J.D. Robb como J.D. Robb. Na Série Mortal não tem enfeites, cenas brutais romantizadas, o lado feio da humanidade e como cada pessoa é fruto não de um destino ou fatalidades e eventos da vida e sim de suas escolhas, mediante as situações vividas, é mostrada em sua totalidade nua, crua e como todo policial a enxerga quando chega na cena do crime, quando lê as páginas do processo sob a mesa durante a investigação.

A história da série é no futuro. Tudo não é exatamente novo e nem o passado é cultuado. O presente é como é. Eve Dallas é uma tenente que fez suas escolhas e encontrou na polícia sua maneira de viver.

Toda a trama é instigante e muito bem elaborada, não deixa aqueles furos imensos e te envolve durante a leitura. Os detalhes do dia a dia de Eve te dão apenas os momentos necessários para digerir os detalhes mais sórdidos dos crimes, e mesmo assim esses momentos não são exatamente de paz. As reviravoltas deixam a história em ponto de suspense a todo momento e a dúvida sobre quem é o criminoso muda com cada novo acontecimento. Os assassinatos são descritos sob a perspectiva do assassino, porque todo policial tende a tentar pensar assim enquanto estuda a cena. Uma forma também de distanciamento dos fatos, digo isso porque não existem sutilezas para essas cenas. Ainda mais por serem crimes ligados ao sexo.


"— Quanto mais as coisas mudam... — Sim, mais continuam como sempre foram. Os casais ainda se entregam a rituais para se cortejarem, os seres humanos seguem se matando, e os políticos continuam a beijar bebês e a mentir"

Resenha :: A Cidade das Feras (La ciudad de las bestias)



Olá, pessoas. Se existe um nome na literatura que sempre tive uma curiosidade quase reverente em ler é Isabel Allende, e confesso que essa oportunidade me pareceu ser única, então, vamos a ela.

Resenha :: Um Cisne Selvagem e Outras Histórias (A Wild Swan and Other Tales)


Olá, faroleiros. Hoje é dia de escrever sobre a leitura de uma releitura. Um novo olhar sobre os contos de fadas que nos contaram quando éramos novos demais para entender além da primeira moral, e que agora talvez sejamos velhos demais para ler sem nos questionar sobre as verdades escondidas entre as linhas e todo o pó de fadas e magia. Mas nem tudo precisa ser tirado nesse processo e por isso as ilustrações e a belíssima edição nos recordam que nunca deixaremos de olhar uma história com a mesma fascinação da infância, porque é onde reside nossa capacidade de acreditar, que talvez em algum lugar essas histórias foram reais, mesmo que esse lugar seja a criatividade de quem a escreveu. 


"A maioria de nós não precisa de ajuda para produzir nossas próprias desgraças. Entidades vingativas buscam devastar apenas aqueles que, de algum modo, foram agraciados não só com os louros e glórias, mas com uma beleza que assombra os pássaros de seus galhos."

Resenha :: Turma da Mônica: Amigos da Floresta




Olá,leitores, tudo bem? A história de hoje mexe com a imaginação e a memória afetiva de muitas pessoas, e, assim como antes, continua sendo uma porta de entrada para o mundo literário e também de alfabetização de futuros leitores. Afinal histórias em quadrinhos com a Turma da Mônica são, sem dúvida, conhecidas de todos os brasileiros. Desde os saudosistas das bancas de revistas, até os mais tecnológicos, com as HQs digitais.