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Resenha :: Chá de Sumiço (The Mystery of Mercy Close)



E você leu Tem alguém aí? e ficou toda animada pelo próximo e último livro. Aquele que vai arrematar as outras histórias e te deixar com aquela velha e boa sensação de que todos os personagens seguem suas vidas fictícias com um feliz para sempre. Só que não.

A Helen, aquela que parecia a rainha do gelo nos livros anteriores começa te decepcionando com uma depressão no melhor estilo gótico e não estou nem aí. (Chato) A história segue e o toque de humor e leveza no tratar do tema depressão fazem você não largar o livro no meio.... Tenho que confessar que a mamãe e pai Walsh salvam o livro para mim, mas vamos lá.

"Favores são como dinheiro vivo: - Não podem ser gastos com coisas inúteis."

Resenha :: Tem Alguém Aí? (Anybody Out There?)


Nunca havia lido Marian Keyes. Nem mesmo com o imenso sucesso de Melancia, então já sabe que não comecei pelo mesmo. Ganhei esse livro de presente de aniversário do meu marido e foi realmente um presente maravilhoso. 

Tem alguém aí? É uma das histórias mais emocionantes que por mim, passaram (até hoje) e eu hei de recordar para sempre. Marian consegue de maneira tão natural levar seus leitores às gargalhadas e no instante seguinte as lágrimas.  Se eu fosse resumir minha sensação com essa leitura em uma frase: longe dos irlandeses da Nora Roberts e não tão trágicos quanto Nicholas Sparks.

“Lembrar de um sonho é quase tão difícil como agarrar um passarinho na mão. Mas, às vezes, parece que o passarinho vem pousar no ombro da gente de livre e espontânea vontade. ”

 

Resenha :: Los Angeles (Angels)



Pela primeira vez, me vi sentindo um dos dramas pessoais da personagem. Algumas descrições desses momentos eu quis marcar com marca-texto. Não deu. Li no tablet. (rs) Como nos livros anteriores de Marian Keyes, a empatia com a personagem foi fundamental para eu gostar ou não da história. Ainda estou devendo a resenha porque não gostei de Melancia, o grande best-seller dessa autora.

Mas continuemos com Los Angeles. A narrativa deixa a gente meio dúbia em relação aos personagens, mantendo apenas o carinho pelos sr. e sra. Walsh sempre intacto. Outra coisa comum nessa história, assim como nas três anteriores, foi a necessidade de 'fugir', sair do país para se reencontrar e resolver alguma pendência pessoal.

Resenha :: Férias (Rachel's Holiday)

Olá leitores! Nossa, fiquei acordada até a madrugada para terminar, li num tapa só. E toda a antipatia que senti por Melancia não aconteceu aqui. Pelo contrário, torci pela personagem. Suei com o possível final. Depois de Melancia, me surpreendi!

Rachel Walsh chega à história carregando uma vida que, à primeira vista, poderia render um livro sombrio e pesadíssimo. Aos 27 anos, envolvida com drogas e com o coração partido por Luke, ela acaba no Claustro, uma clínica de reabilitação na Irlanda. E é justamente aí que Marian Keyes consegue fazer uma coisa que me surpreendeu muito: você se vê sorrindo e até mesmo tomando partido pela personagem, acompanhando suas dores, suas descobertas e as situações absurdas que aparecem pelo caminho.

É um livro com uma carga emocional que tinha tudo para ser sombria e pesadíssima. Você se vê sorrindo e até mesmo tomando partido pela personagem, até a realidade nua e crua vir à tona. Mas, mesmo nesse momento, eu me vi durante a leitura ainda mais interessada, ainda mais arrebatada por toda aquela situação, mesmo estando tão longe da minha realidade.

Resenha :: Melancia (Watermelon)

"Supere isso e, se não puder superar, supere o vício de falar a respeito."


Olá leitores, essa frase abre de cara o ponto alto do livro. Falar sobre depressão e como não é fácil saber onde fica o limite entre a tristeza e a depressão (doença).

O livro começa no momento em que tudo deveria ser cor e luz na vida de um casal, em especial da mãe a espera de seu primeiro bebe. Porém um futuro-ex em pleno estado de egoísmo resolve jogar uma bomba em cima de Claire. Além de estar deixando a ela e a filha informa que tal atitude é tomada em virtude de um caso extraconjugal.