Resenha :: Los Angeles (Angels)



Pela primeira vez, me vi sentindo um dos dramas pessoais da personagem. Algumas descrições desses momentos eu quis marcar com marca-texto. Não deu. Li no tablet. (rs) Como nos livros anteriores de Marian Keyes, a empatia com a personagem foi fundamental para eu gostar ou não da história. Ainda estou devendo a resenha porque não gostei de Melancia, o grande best-seller dessa autora.

Mas continuemos com Los Angeles. A narrativa deixa a gente meio dúbia em relação aos personagens, mantendo apenas o carinho pelos sr. e sra. Walsh sempre intacto. Outra coisa comum nessa história, assim como nas três anteriores, foi a necessidade de 'fugir', sair do país para se reencontrar e resolver alguma pendência pessoal.

Resenha :: Obsidiana (Obsidian)

 Olá leitores, resolvi teclar um pouco a respeito do primeiro livro, Obsidiana. Esse foi um livro mega recomendado pelo André, dos Garotos Perdidos no Clube do Livro ES. Quando teve o encontro da editora no Clube eu realmente me senti na obrigação de ler.

E como uma das metas de ano novo e aqui estou eu escrevendo sobre uma das que completei. Esse livro pela sinopse não diz muita coisa e dá um medo de ser “crepúsculo” outra vez, porém a editora Valentina não me decepcionou e trouxe algo realmente novo. Depois da página 15.


“Eu já vinha me preparando para o sotaque caipira, o tédio, a internet lenta e um monte de chatices… Até dar de cara com o meu vizinho lindo, alto de dar tontura e com intimidantes olhos verdes. Hummm…os prognósticos estavam melhorando. Até que…ele abriu a boca."

Resenha :: Antes que o café esfrie 2 (Tales from the Cafe)

Quando a editora Valentina anunciou esse lançamento, confesso que foi impossível não querer ler, após ter conhecido a história anterior: Antes que o café esfrie. E sinceramente, que delícia!! Tão gostoso quanto um café coado na hora, com os melhores grãos, essa continuação me fez ter certeza que melhor que um cafezinho só dois cafezinhos!!

Voltamos a cafeteria de nome incomum, da já querida “Funiculì Funiculà”, a despeito de sua reputação de poder proporcionar viagens no tempo, permanece quase igual a sua forma original, com poucas mudanças e modernizações ao longo dos anos em uma ruazinha estreita e silenciosa de Tóquio, em um subsolo, há mais de 100 anos, servindo um café cuidadosamente preparado.

Resenha :: Férias (Rachel's Holiday)

Olá leitores! Nossa, fiquei acordada até a madrugada para terminar, li num tapa só. E toda a antipatia que senti por Melancia não aconteceu aqui. Pelo contrário, torci pela personagem. Suei com o possível final. Depois de Melancia, me surpreendi!

Rachel Walsh chega à história carregando uma vida que, à primeira vista, poderia render um livro sombrio e pesadíssimo. Aos 27 anos, envolvida com drogas e com o coração partido por Luke, ela acaba no Claustro, uma clínica de reabilitação na Irlanda. E é justamente aí que Marian Keyes consegue fazer uma coisa que me surpreendeu muito: você se vê sorrindo e até mesmo tomando partido pela personagem, acompanhando suas dores, suas descobertas e as situações absurdas que aparecem pelo caminho.

É um livro com uma carga emocional que tinha tudo para ser sombria e pesadíssima. Você se vê sorrindo e até mesmo tomando partido pela personagem, até a realidade nua e crua vir à tona. Mas, mesmo nesse momento, eu me vi durante a leitura ainda mais interessada, ainda mais arrebatada por toda aquela situação, mesmo estando tão longe da minha realidade.

Resenha :: Um favorzinho do vizinho (The Neighbor Favor)

 Olá pessoa, talvez você não saiba, mas a editora Verus tem um grupo de leitura no telegram chamado Clube Boa Leitura, e essa foi uma das leituras desse grupo. E claro, que eu adorei a sinopse e já quis ler.


"Só que o autor, chamado N. R. Strickland, era um mistério. O exemplar que Lily tinha descoberto na livraria estava rasgado e esfarrapado, publicado anos antes por uma editora britânica já extinta. A escassa biografia de N. R. Strickland dizia que ele tinha nascido e sido criado em Londres e que Os elfos de Ceradon era seu primeiro livro. Não indicava um site ou uma rede social. A contracapa lisa vermelho-escura não tinha nem foto. Nos dias atuais, era estranho, mas um pouquinho admirável, que ele tivesse decidido abrir mão de qualquer coisa pública."


O livro é dividido em duas partes, com uma narração em terceira pessoa. Na primeira parte, temos uma troca deliciosa de e-mails (sim, e-mails) entre Lily e seu autor favorito N. R. Strickland, pseudônimo do Nick (que a Lily não sabe quem é, mas quem está lendo já sabe...risos). E a segunda algum tempo depois que eles perderam contato.

Nesse primeiro momento, vamos conhecendo um pouco da vida de ambos atualmente e o que estão fazendo de suas vidas. E admito de além da troca de mensagem funcionar super bem, a apresentação dos personagens um para o outro funciona ainda melhor para envolver que lê com eles. Além da torcida pelo casal, surge também a torcida individual por cada um deles assim que acontece o reencontro em que são vizinhos.