Pela primeira vez, me vi sentindo um dos dramas pessoais da personagem. Algumas descrições desses momentos eu quis marcar com marca-texto. Não deu. Li no tablet. (rs) Como nos livros anteriores de Marian Keyes, a empatia com a personagem foi fundamental para eu gostar ou não da história. Ainda estou devendo a resenha porque não gostei de Melancia, o grande best-seller dessa autora.
Mas continuemos com Los Angeles. A narrativa deixa a gente meio dúbia em relação aos personagens, mantendo apenas o carinho pelos sr. e sra. Walsh sempre intacto. Outra coisa comum nessa história, assim como nas três anteriores, foi a necessidade de 'fugir', sair do país para se reencontrar e resolver alguma pendência pessoal.







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