Resenha :: Trechos e trilhos - Memórias

 Olá leitores! Um dos motivos que me levaram a escolher essa leitura, além de preencher o requisito de ser uma autora do Espírito Santo ( e fevereiro é tradição ler autores capixabas), é que, ando com uma vontade de viajar estava quase enlouquecedora. E, enquanto o bolso não favorece o turismo, busquei no livro as viagens, outros lugares e um pouco dessa sensação de poder conhecer o mundo através das histórias.

Em uma narrativa em primeira pessoa, Rita Uliana conta, além de suas viagens, traços divertidos de sua própria personalidade. Como, simplesmente, conseguir esquecer a própria mala no aeroporto. 😂


"Amo viajar, mas nem tanto pagar hospedagem! Tirando as viagens patrocinadas, raras foram as em que fiquei em hotel."

Resenha :: O Cavalheiro Pirata (Amores trocados #2)


Olá leitores, vocês já começaram uma série sem prestar atenção que era série e, ainda por cima, pelo segundo livro? “Em todos esses anos nessa indústria vital”... não, não é a primeira vez que isso me acontece. Mas, novamente, foi ótimo que tenha acontecido dessa forma.

Explico: a série Amores Trocados tem uma proposta interessante, porque suas histórias acontecem ao mesmo tempo, mas o POV (ponto de vista) muda conforme os personagens principais. Como estamos falando de romance de época, é lógico que teremos um casal e casamento — nem é spoiler, é quase um cânone do gênero. E, por ser assim, essa história pode ser lida de forma independente. Aliás, recomendo que, como eu, você comece por esta primeiro.  Dito isso, vamos à história desse pirata.

Resenha :: Confissões do Bicho-Papão

Olá leitores, de cara percebemos que Billy mostra a diferença entre ser um monstro e ser simplesmente não humano. E outro traço muito interessante de sua personalidade é que ele não rouba o crédito de outras pessoas. Quando alguma ideia veio de seu consultor de imagem ou de seu terapeuta, ele faz questão de deixar isso claro. Pode parecer um detalhe, mas é justamente nesses detalhes que vamos conhecendo melhor quem é o Billy por trás do mito.

Com o passar das páginas, vamos percebendo que, além da vontade de ser ouvido — ou melhor, lido —, existe nele o desejo de que, assim como acontece com outros personagens de histórias que foram considerados “vilões”, sua versão dos fatos também seja conhecida. E, depois de tantos anos sendo o assustador da história, talvez esteja mesmo na hora de descobrir o que o Bicho-Papão tem a dizer.

Leitura Compartilhada :: A Isca e outras histórias: novelas



Há livros que parecem abrir uma pequena janela para uma cidade que já não existe. Pela fresta, chegam os costumes, os desejos, as aparências e também aquilo que as pessoas preferiam esconder.

É por essa janela que vamos entrar na nossa próxima Leitura Compartilhada. De 02 de fevereiro a 04 de março de 2026, vamos ler A Isca e outras histórias, de Júlia Lopes de Almeida, a 73ª obra do Lendo com Elis.

Publicado originalmente em 1922, o livro reúne quatro novelas que nos levam ao Rio de Janeiro do início do século XX, entre relações amorosas, interesses, enganos, convenções sociais e até uma passagem pelo sobrenatural.

Talvez seja uma boa pergunta para levar conosco desde o primeiro encontro com o livro: o que uma sociedade revela de si mesma quando deixamos de olhar apenas para aquilo que ela mostra?

Prepare o seu cantinho de leitura, escolha o seu café ou chá e venha descobrir essas histórias com a gente.

Resenha :: Dê-me sua mão


Olá leitores, sabe quando tudo que você quer e precisa é relaxar? Ler algo que te dê aquela deliciosa sensação de prazer e conforto? Ah! Romances de época são ideais. Pensando nisso, peguei essa história da Silvana Barbosa para ler, porque, escrita por ela, com certeza seria uma história maravilhosa!

E foi exatamente o que encontrei. Ao começar a leitura, me deparei com uma trama deliciosa que, além de entregar tudo o que eu esperava sentir, acrescentou novos ingredientes: sorrisos e até algumas risadas em alto e bom som. Uma deliciosa sensação de novidade dentro de algo que já conhecemos tão bem.


"A verdade é que não era nenhuma beldade, e sim, bastante comum. Além de não ter um dote expressivo nem mesmo quando a família estava em boa situação. Casar-se, na atual situação em que se encontrava, parecia bastante difícil, mas fazer um casamento bom de fato, parecia impossível!"